O corpo começa a avisar
Surgem os primeiros sinais da puberdade e, com eles, curiosidade, vergonha e muitas comparações. É a hora ideal para começar o acompanhamento, antes das grandes mudanças.
- puberdade
- estirão
- autoimagem
- vacinas da idade
Existe uma especialidade médica que entende exatamente o que acontece na adolescência, dos primeiros sinais da puberdade até a chegada à vida adulta. E ela está mais perto do que você pensa.
Cuidar dos jovens
é construir um
futuro melhor!
É normal. Muita família só descobre que essa especialidade existe quando o filho já não se sente à vontade no pediatra, e ainda não tem lugar no clínico geral.
O ideal é não esperar um problema aparecer. Uma consulta de acompanhamento já ajuda a família a entender essa fase, e alguns sinais pedem um olhar especializado mais cedo. Toque nos que têm a ver com a sua família.
Aqui é um lugar para você falar do que quiser, sem julgamento. Parte da consulta é só entre a gente. Toque nas que têm a ver com você:
A adolescência não é só uma transição. É um tempo de formação, de busca por identidade, de encontros e desencontros com o mundo e consigo mesmo. Role para acompanhar.
Surgem os primeiros sinais da puberdade e, com eles, curiosidade, vergonha e muitas comparações. É a hora ideal para começar o acompanhamento, antes das grandes mudanças.
Os amigos ganham um peso enorme, o humor oscila e o relógio biológico muda: o sono "atrasa". A busca por identidade fica intensa, e a família às vezes sente que perdeu o canal de conversa.
Vem a vontade de autonomia, as primeiras experiências e os primeiros riscos. Sexualidade, festas, pressão do vestibular. É quando ter um adulto de referência fora de casa faz muita diferença.
No papel, virou adulto. Na prática, muita coisa ainda está em construção: faculdade ou trabalho, a primeira vez morando longe, decisões sobre o próprio corpo. O jovem começa a cuidar da própria saúde de verdade, e o acompanhamento continua.
Não existe uma data no calendário. Considera-se que a adolescência se encerra quando o jovem cumpre quatro grandes tarefas:
Cada jovem chega lá no seu tempo. Por isso o cuidado continua enquanto essa travessia estiver acontecendo.
Cada consulta é um encontro, com tempo para ouvir. Ela costuma seguir este caminho:
Ouço o que preocupa os pais ou responsáveis, o histórico de saúde e o contexto da casa.
O adolescente tem um espaço só dele para falar do que quiser, no seu tempo.
Exame físico, crescimento, puberdade, sono, alimentação, escola e emoções. O olhar é integral.
Orientações, tratamentos e encaminhamentos quando necessário, combinados com o jovem e a família.
O que o adolescente conta na consulta é protegido pelo sigilo médico. A exceção são situações que coloquem em risco a vida ou a integridade dele ou de outras pessoas. Nesses casos, a família é envolvida, e o jovem sabe disso antes. Essa combinação clara é o que constrói confiança dos dois lados.
O adolescente não é mais criança, mas também ainda não é adulto. E merece um cuidado próprio para essa travessia.
Ser médico de adolescentes é olhar para o jovem e enxergar o que nem sempre aparece nos exames.
As dúvidas, as angústias, os sonhos e as pequenas vitórias de cada fase. Minha missão é oferecer um cuidado integral, olhando para o físico, o emocional, o social e o espiritual de cada adolescente que chega até mim.
Quero que eles se sintam vistos, ouvidos e compreendidos. Que encontrem em mim não apenas um médico, mas um adulto de referência. Alguém que escuta de verdade, sem julgamentos, mas com responsabilidade.
Acredito na força do vínculo. Não trabalho com respostas prontas ou soluções rápidas. Cada consulta é um encontro: um espaço seguro para conversar, para elaborar dores e celebrar conquistas. Eu me permito ser afetado por cada história que chega até mim, e é dessa entrega que nasce o cuidado que faz sentido.
Carrego a ciência como base sólida, fruto de anos de estudo em instituições de referência, mas não deixo que o conhecimento técnico me afaste da humanidade que existe em cada consulta. O que me move é a combinação de conhecimento, escuta e propósito.
Meu compromisso vai além das quatro paredes do consultório. Quero ajudar os jovens a atravessarem essa fase com mais saúde, consciência e esperança. E quero estar ao lado das famílias, ajudando a construir pontes de diálogo e confiança.
Uma escolha que faço todos os dias, porque acredito que o mundo precisa de gente disposta a olhar com cuidado e responsabilidade para quem está crescendo. Ser médico de adolescentes é, para mim, um chamado. E eu escolhi ser um deles.
Matheus
Consultas sem pressa. O que o jovem tem a dizer é parte essencial da avaliação, e não um detalhe.
Uma conversa franca, sem sermão, que cria confiança e respeito. O adolescente participa das decisões sobre a própria saúde.
Formação em pediatria e em medicina do adolescente em instituições de referência, com condutas baseadas em evidências.
Os pais não ficam de fora. O cuidado inclui ajudar a reconstruir o diálogo dentro de casa.
Corpo, emoções, escola, amigos e projetos de futuro. Saúde do adolescente é tudo isso junto.
Textos curtos sobre a adolescência, para jovens e para famílias. Mais conteúdo no @chamaohebiatra.
A adolescência é como uma dança: tem movimentos emocionantes e outros mais desafiadores. Saber lidar com o estresse ajuda a tornar essa jornada mais leve.
Por que os adolescentes têm, às vezes, comportamentos tão difíceis? A ciência tem uma boa parte da resposta, e ela está no cérebro.
A adolescência é um período de crescimento e descobertas, e o sono tem um papel fundamental nessa jornada.
A espiritualidade é uma parte importante da identidade humana, e se manifesta de muitas formas diferentes.
Às vezes a adolescência fica complicada por causa da pressão social. É normal se sentir sobrecarregado, mas você não está sozinho.
A partir dos 10–12 anos, quando começam as transformações da puberdade. Começar antes das grandes mudanças ajuda a criar vínculo com calma.
Não existe uma idade-limite fixa. A adolescência não termina aos 18 ou 19 anos, e sim quando o jovem cumpre quatro grandes tarefas: construir uma identidade estável, se ajustar à sexualidade adulta, conquistar independência dos pais (ao menos emocional) e encontrar uma vocação. Muitos jovens seguem em acompanhamento depois dos 20, e a passagem para o cuidado adulto é feita no tempo de cada um.
O hebiatra também é pediatra, com formação adicional dedicada à adolescência. Muitas famílias fazem a transição nessa fase, mas cada caso pode ser conversado.
Sim. A consulta costuma ter um momento com a família e outro só com o adolescente. As orientações finais são compartilhadas com todos.
O sigilo médico protege o adolescente, o que é essencial para ele confiar e falar abertamente. Em situações de risco à vida ou à integridade, a família é envolvida, e o jovem é informado antes.
Não. A consulta de acompanhamento é justamente para cuidar antes de surgir um problema, e para o jovem ter um médico de confiança quando precisar.
Pelo WhatsApp (11) 93728-9863, para qualquer cidade. Atendo em São Paulo (Vila Mariana, Vila Madalena e Paulista), em Campinas (Cambuí) e em Belo Horizonte (Vila da Serra e Funcionários). Na seção "Onde atendo" você vê todos os endereços.
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